terça-feira, 29 de novembro de 2011

Idosos brigando no Canadá

Dois idosos acabam brigando em Vancover, Canadá.

O que aconteceu foi o seguinte: Os dois velhinhos (Joe Kapp e Angelo Mosca) são antigos jogadores de futebol no Canadá e possuem uma richa ainda não superada desde 1960 e lá vai bolinhas.

O evento era pra ser uma homenagem a ambos mas o atrito entre eles fez com que acabasse em pancadaria. Japp entregou uma flor ao colega que não teria gostado da homenagem debochada. Mosca, então, usa da bengala como ferramenta de ataque. Japp revida

Enfim, uma atitude nada louvável. E não sabemos ao certo o que acontece entre os dois esse tempo todo: qual a real motivação pra acontecer o que aconteceu no vídeo.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Paula Fernandes devassa

Paula Fernades devassa
Foto: George Maragaia

Paula Fernandes é agora a nova garota propaganda da Devassa.

As mulheres escolhidas para representar a marca Devassa fogem do estereótipo. Assim como a Sandy, Paula Fernandes não parece ser devassa. Não, pelo menos quando a gente lembra de ver ela subindo um palco para cantar músicas sertanejas.

Acredito que a marca está polemizando ao escolher mulheres que não são o perfil "devassa". É uma publicidade inversa e que acaba dando resultado.

Tenham certeza que se escolhesse uma mulher que realmente tivesse cara de devassa, essa não iria polemizar tanto.

Enfim, Paula Fernandes ser devassa é um conceito que vamos precisar sentar e refletir: uma mudança drástica de paradigma mas que depois a gente aceita.

Olhando pra Sandy agora não a vemos mais como santinha, hehe. Assim será com Paula Fernandes?

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Vídeo mostra: "Estou sendo agredida". Polícia militar: "Ainda Não"

Quem está certo nessa estória?

Desde já assumir um dos lados (PM/Reitoria ou Estudantes) você já pensou que ambos os lados podem estar certos, ou ambos os lados estarem errados em certos pontos?

Enfim... tomar uma das posições é muito fácil em nosso mundo maniqueísta: aonde o que não é certo é errado e o que não é errado é o certo ¬¬

Usar droga é crime! Isso não há dúvida, mesmo que amenizado por lei que trata os usuários de forma mais branda.

Contudo o problema é muito mais "em baixo" e as pessoas de forma geral não conseguem enxergar o real problema de termos Polícia (ainda mais a MILITAR) nos campus da USP ou de qualquer faculdade pública.

O fato de deterem os 3 alunos de Geografia que fumavam maconha no campus não foi o motivo pra toda essa desavença que vemos na USP mas sim o estopim. Falo isso porque os estudantes e professores já questionavam a forma que a reitoria impunha suas propostas. Veja esse vídeo AQUI, no qual a respeitada professora Marilena Chauí debate contra a colocação de PMs na Universidade; isso muito antes (2010). Não é de agora que estudantes, principalmente de HUMANAS se preocupam com imposição de um sistema e que agora foi justificado por questão de segurança.

As pessoas (a grande maioria) defendem a PM na USP. Elas só enxerga o lado prático e a curto prazo e não percebem, por exemplo, que a Polícia Militar é uma das mais truculentas do mundo. Vire e mexe há provas de extorsão, de imposição pela força, etc.

Vamos ver direito: O brasão da PM possui 18 estrelas, sendo que uma delas é pela comemoração contra a Guerra de Canudos, outra pela repressão da Greve de 1917 e outra com o tomada de poder pelo GOLPE MILITAR de 1964. Todas essas manifestações reprimidas lutaram contra um sistema opressor e que privilegiava os que estavam no poder.

Logo, antes de falar que são TODAS "maconheiras", as pessoas que são contra a PM no campus, estude melhor a proposta . Tente enxergar a longo prazo: é correto um órgão de repressão política estar dentro de uma instituição intelectual de livre pensamento?

Disponibilizo um vídeo no qual uma mulher diz: "Estou sendo agredida". O policial simplesmente diz: "Ainda Não".



Reflitamos ou fritamos mais tarde!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Repórter da Band leva tiro no peito em ação da polícia no Rio de Janeiro

O Grupo Band já divulgou o video em que Gelson Domingo filmava até ter levado um tiro de fuzil no peito. O cinegrafista-repórter cobria uma ação da polícia no Rio de Janeiro. Os bandidos estavam escondidos e trocavam tiros com os policiais. Infelizmente o repórter não resistiu e morreu.

Tinha 46 anos e 2 filhas. A família ao saber, claro, ficou desesperada.

O colete a prova de balas, permitida pela Polícia, não protege esse tipo de tiro (fuzil) que alcança 800 metros/segundo: 2 vezes mais rápido do que um tiro de arma considerada normal.

O caso teve repercução internacional.

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